Peças parecidas raramente são intercambiáveis. Dois rolamentos com o mesmo diâmetro exterior têm capacidades de carga diferentes, dois parafusos diferem no passo da rosca. Quem está na produção acaba a tentar decifrar números gravados, a folhear um catálogo impresso ou a perguntar ao único colega que sabe.
Contar o armazém de peças tem o problema inverso. Alguém percorre as prateleiras com uma prancheta, aponta números de peça e quantidades, e outra pessoa passa tudo para uma folha de cálculo. Cada passo acrescenta uma oportunidade para um dígito errado.
A maior parte da informação já existe no seu ERP ou numa folha de cálculo: número da peça, descrição, dimensões, material, onde é usada. Ponha essa lista num telemóvel e a etiqueta da caixa passa a ser a chave para ela, tanto para responder a «é esta a peça certa?» como para contar.